"Ninguém é tão pequeno que não possa ensinar e nem tão grande que não tenha o que aprender." (desconhecio)
PROJETO BULLYING
Projeto Bullying
Professoras: Cristiane Tatiara da Silva Werneck
Nely de Almeida Melo
Duração: 15 dias
Mês: Outubro
Objetivo:
· Levar os alunos a compreensão da boa vivência entre colegas e professores da E.E. Vinicius de Moraes
· Melhorar a disciplina na sala de aula para criar um ambiente mais agradável.
Justificativa:
Este projeto tem como objetivo de prevenir e combater qualquer tipo de violência entre alunos e colegas da E.E. Vinicius de Moraes, buscando entendimento que é possível encontrar meios para um verdadeiro sentido ás relações humanas.
Desenvolvimento:
Perceber que não vivemos sem o nosso próximo, por isso devemos aceitar as diferenças e respeitar uns aos outros, buscando solidariedade e compreensão.
Conteúdos:
Produção de texto
Relatório e ilustração
Dinâmicas
Confecção de livros
Entrevista
Palestra
Avaliação:
Avaliar os alunos e seus comportamentos durante o projeto Bullying, atividades propostas em sala e portanto, a avaliação será composta de observação analise das atividades praticas e teorias.
ANEXO
Artigo
FINOM – FACULDADE DO NOROESTE DE MINAS
PROMINAS – PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU
PAULO FERNANDES PERES
A INCLUSÃO DO ALUNO COM NECESSIDADE ESPECIAL NA ESCOLA REGULAR
Artigo científico apresentado à Faculdade de Educação da FINOM, como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Educação Inclusiva e Especial
A inclusão do aluno com necessidade especial na Escola regular é um dos maiores desafios impostos à educação neste principio de século. Estamos ainda dando os primeiros passos em direção á inclusão. Professores, pais, escola e sociedade devem estar comprometidas com esta nova empreitada. No que diz respeito à Escola esta deve fornecer prontamente toda a estrutura necessária parar receber os alunos portadores de necessidades especiais, que vai desde uma simples carteira escolar até a reforma nas instalações, não deixando de lado a adaptação no aspecto pedagógico, o apoio multidisciplinar e o treinamento constante dos professores. O caminho não será fácil, porem é importante ressaltar que por primeira vez na história o respeito às diferenças está sendo de fato incentivado e que um futuro próximo o portador de deficiências especiais tomará seu lugar devido como cidadão.
Palavras-Chave: Um desafio para o educador.
Introdução Atualmente observamos uma mobilização da Escola frente ao novo modelo escolar, que é a inclusão de alunos que apresentam necessidades especiais nas salas de aula do ensino regular. Esse movimento obriga à Escola a refletir sobre princípios desse novo paradigma, que vai desde a convivência desses alunos num espaço comum, a re-estruturação do trabalho pedagógico da Escola como um todo e o investimento na infra-estrutura necessária. Todos os indivíduos portadores de necessidades especiais devem ter garantido o seu direito de acesso e permanência no ensino regular, possibilitando, assim, uma vida independente e uma postura critica perante os fatos ocorridos no cotidiano.
A problemática da inclusão das pessoas portadoras de necessidades educativas especiais no ensino regular vem se constituindo num motivo de grandes preocupações, pois vários tem sido os argumentos que, muitas vezes, impedem a inclusão como também diversos têm sido os fatores que dificultam esse processo no interior da escola que se propõem a enfrentar mais este desafio em educação, abrindo espaço para a diferença e fazendo dela um aprendizado de respeito á cidadania.
Em contrapartida o aluno que não é portador de necessidade especial terá a oportunidade, desde cedo, de conviver com as diferenças e desta maneira aceitá-las e, sobretudo respeitá-las. No Brasil, inclusão, educação inclusiva, escola inclusiva são expressões de destaque nos discursos acadêmicos, nas políticas educacionais, nos documentos norteadores da educação e, articularmente, da educação especial. O princípio de inclusão, sustentado por diferentes correntes político-ideológicas, aparece atrelado ao entendimento de que incluir é a forma de superar a exclusão; de que inclusão se configurou como um novo paradigma social capaz de direcionar a transformação da sociedade excludente em seu oposto e; que a inclusão escolar seria a garantia de inclusão social posterior, em um resgate do ideário da escola como um mecanismo de equalização.
No entanto o direito do aluno com necessidades educativas especiais e de todos os cidadãos à educação é um direito constitucional. A garantia de uma educação de qualidade para todos implica, dentre outros fatores, um redimensionamento da escola no que consiste não somente na aceitação, mas também na valorização das diferenças.
O PAPEL DO PROFESSOR NESSA NOVA POSTURA DA ESCOLA
Apesar de reconhecer a importância da inclusão, é necessário ressaltar que o que se sabe sobre o tema é muito pouco, não podendo afirmar qual seriam suas possibilidades e limitações e quais as melhores formas para viabilizar a sua execução sem o risco de fracassos. Certamente no Brasil as experiências de inclusão ainda são muito incipientes.
O professor é, sem duvida, uma peça muito importante no conjunto que movimenta todo o sistema educacional. Desta maneira é de suma importância que o docente seja devidamente capacitado para receber este novo aluno que está chegando à Escola dando-lhe as ferramentas necessárias para compreendê-lo e orientá-lo devidamente. Apesar de muitas pesquisas constatarem a fragilidade nesse atendimento, principalmente no que se referem ao acompanhamento, critérios de permanência e expectativa do professor quanto a esse aluno. Pois, se o professor não exercer seu papel com competência, com domínio de conteúdos, conhecimento de como se estrutura as relações entre o desenvolvimento cognitivo e a aprendizagem, seu trabalho não terá a eficácia esperada. Ele precisa enfim conhecer o aluno, seus interesses, necessidades e peculiaridades para despertar-lhe o gosto de estudar, para desafiá-lo a construir ativamente o saber, com autonomia intelectual, visão crítica e cooperação.
Como diz Padilha (2004) “juntar crianças em sala de aula não lhes garante o ensino, não lhes garante Escola cumprindo o seu papel, não lhes garante aprendizagem e, portanto, não lhes garante desenvolvimento”.
A inclusão implica uma reforma radical nas escolas em termos de currículo, avaliação, pedagogia e formas de agrupamento dos alunos nas atividades de sala de aula. Ela é baseada em um sistema de valores que faz com que todos se sintam bem-vindos e celebra a diversidade que tem como base gênero, a nacionalidade, a raça, a linguagem de origem o nível de aquisição educacional ou a deficiência.
Os conhecimentos dos diferentes tipos de necessidades especiais que os alunos venham a portar terão que ser profundamente conhecidos pelo professor, a fim de modificar (se assim se fizer necessário) os métodos pedagógicos usados em sala de aula, como a metodologia para a explanação da aula e até o material adequado para o seu desenvolvimento. O primeiro passo é sensibilizar e oportunizar conhecendo todos os professores, orientadores, pais, alunos, enfim, toda a comunidade escolar, pois todos devem desempenhar um papel ativo no processo de inclusão.
No entanto há três componentes práticos interdependentes e importantes no ensino inclusivo. O primeiro é a rede de apoio, segundo, a consulta cooperativa e o trabalho em equipe e o terceiro é a aprendizagem cooperativa, é importante que o professor domine esses componentes, pois eles são muito importantes e servirá para utilização dos benefícios dos arranjos inclusivos. Com isso os alunos aprendem a ser sensíveis, a compreender, a respeitar e a crescer confortavelmente com as diferenças e com as semelhanças individuais entre seus pares.
O PAPEL DOS PAIS, DA ESCOLA
Tanto os pais dos alunos portadores de necessidades especiais como os pais que não possuem filhos nestas condições são responsáveis por promoverem esta integração, que sem duvida alguma, trará para todo o aprendizado das “diferenças” e do respeito com o qual se deve lidar com elas. Os professores e os pais podem ser amigáveis, úteis e corteses mutuamente, mas há uma tensão subjacente inevitável que surge a partir do desequilíbrio de poder entre eles. Muitos pais sentem-se apreensivos e ansiosos quanto irem às escolas porque carregam consigo suas próprias historias de experiência com os professores e com a escolarização.
As escolas, em uma única geração, mudaram completamente, mas muitos pais tiveram pouca experiência direta sobre tais mudanças e obtiveram muitas das informações que possuem através da mídia e de encontros casuais com vizinhos. Pais de crianças com necessidades especiais têm uma grande necessidade de relações de trabalho com professores baseadas no entendimento e na confiança.
A Escola é a instituição responsável pela passagem da vida particular e familiar para o domínio público, tendo assim função social reguladora e formativa para os alunos.
A Escola é a instituição por intermédio da qual a criança se introduz no mundo público, e daí o papel do Estado em relação a todas elas. À família cabe o dever de garantir à criança o que é típico do domínio privado do lar, e ao Estado cabe garantir o direito indispensável da criança à educação Escolar, pois é ela que faz a transição entre essas duas vidas. (MANTOAN).
Acima de tudo, a Escola tem a tarefa de ensinar os alunos a compartilhar o saber, os sentidos diferentes das coisas, as emoções, a discutir, a trocar pontos de vista. É na Escola que desenvolvemos o espírito crítico, a observação e o reconhecimento do outro em todas as suas dimensões. Portanto, toda escola, assim reconhecida pelos órgãos oficiais, deve atender aos princípios constitucionais, não podendo excluir nenhuma pessoa em razão de sua origem, raça, sexo, cor, idade, deficiência ou ausência dela.
No que diz respeito à Escola esta deve fornecer prontamente toda a estrutura necessária para receber os alunos portadores de necessidades especiais, que vai desde uma simples carteira escolar até a reforma. Nas instalações, não deixando de lado a adaptação no aspecto pedagógico, o apoio multidisciplinar e o treinamento constante dos professores.
A sociedade como um todo atuará, mais do que nada como ente fiscalizador, incentivando às Instituições que investem na inclusão dos portadores de qualquer deficiência e reprovando aquelas que não o fazem.
Para uma Escola tornar-se inclusiva, ou seja, uma instituição que, além de aberta para trabalhar com todos os alunos, incentiva a aprendizagem e a participação ativa de todos, faz-se necessário um investimento sistemático, efetivo, envolvendo a comunidade Escolar como um todo. Para isso efetuar-se de maneira satisfatória, é ainda necessário que a Escola tenha estímulo e autonomia na elaboração de seu projeto pedagógico, que possa elaborar um currículo Escolar que reflita o meio social e cultural onde os alunos estão inseridos; que tenha a aprendizagem como eixo central em suas atividades Escolares e que reconheça o enriquecimento advindo da diversidade.
Muitos erros foram cometidos nestes poucos anos em que a experiência da inclusão tem se colocado realmente em pratica. Muitos acertos também foram colhidos. O verdadeiramente importante é termos a mente e o espírito abertos para podermos aprender e, assim, oferecermos às pessoas com deficiência uma melhor qualidade de vida e a integração na sociedade.
Conclusão
O processo de trabalhar em direção a uma sociedade mais inclusiva tem que começar muito antes de a criança ir para a escola. A sua fundamentação repousa em uma sociedade em que pais e mães possam sentir-se apoiados tanto econômica como socialmente para cuidar da família, para criar os filhos; uma sociedade em que as crianças são valorizadas e aceitas e dentro da qual elas possam desenvolver-se.
Talvez o desafio mais importante para o futuro seja o de tornar as crianças e os jovens capazes de falarem por si próprias até mesmo se desafiarem o sistema e as visões de suas famílias e dos profissionais que trabalham com elas. Esse processo deve começar nas escolas, em parceria com os pais, as escolas são os agentes de sociedade para a sociedade para a socialização de seu jovem, mas tradicionalmente não têm visto isso como parte do seu papel para apoiar os seus estudantes na crítica ao sistema ou às decisões tomadas, através de outros, em seu nome. Todavia, se nos preocuparmos em promover a autonomia e o crescimento pessoal, temos que preparar os jovens para confrontar a discriminação e o menosprezo que eles provavelmente encontrarão em um sistema que ainda está trabalhando em direção à inclusão.
Referências Bibliográficas
AMARAL, Lígia A. Conhecendo a Dficiência . São Paulo: Robe, 1995.
MANTOAN, Maria Tereza Eglér et al. A integração das pessoas com deficiência: contribuições para uma reflexão sobre o tema. São Paulo: Memnon, 1997.
MANTOAN, Maria Teresa E. A solicitação do meio Escolar e a construção das estruturas da inteligência no deficiente mental: uma interpretação fundamentada na teoria de conhecimento de Jean Piaget. Tese de doutoramento. Campinas: UNICAMP/ Faculdade de Educação, 1991.
Mitter, Peter
Educação inclusiva: contextos sociais/ Peter Mitter; tradução Windz Brasão Ferreia – Porto alegre: Artned, 2003. 264p ;23cm
ISBN 978-85-7307-960-9
- Educação inclusiva. 1 titulo.
CDU 376:372.3/373
Projeto Receita Para Mamãe
PROJETO RECEITA PARA A MAMÃE
Justificativa
O tema receita é maravilhoso de se trabalhar, não há aquela criança que não fique empolgada quando se fala de receitas culinárias. Pensando nisso resolvi desenvolver um projeto com receitas na sala de aula com os alunos do terceiro ano do primeiro ciclo da Escola Municipal Coração de Jesus no município de Colniza Mato Grosso. Nesta fase os alunos estão desenvolvendo a leitura e a escrita, trabalhar com texto é fundamental, pois acredito que quanto mais o aluno lê e exercita a escrita melhor ele memoriza e desenvolve seu senso critico. É importante ressaltar que quando digo “ler e escrever” não é colocar o aluno a copiar aqueles textos enormes muitas das fezes sem sentido nenhum para o aprendizado.
Nos conteúdos programados para o ano letivo já vem às tipologias textuais que o professor deve desenvolver durante o ano letivo e uma boa dica para trabalhar textos de instruções é a receita. No entanto o projeto justifica-se em buscar alternativas inovadoras e motivadoras que realmente o aluno sinta-se bem em estudar e aprender levando todo o seu aprendizado e conhecimento no ato de entender e seguir intrusões fazendo na pratica. A prática no cotidiano escolar é de suma importância porque “Quem vê esquece quem pratica relembra”. Na verdade quando o aluno desenvolve a capacidade de interpretar uma receita e executar essa receita na pratica, ele automaticamente entendera que se não saber seguir as instruções seguida ali, sua receita automaticamente dará errada ou vai ser alterada. E isso é importante nesta fase de alfabetação. Alguns conceito e dicas têm que ficar claro para alunos e professores porque cozinhar não é apenas gostoso, não é apenas lúdico: é também educativo.
E os alunos aprendem muito quando cozinham, desenvolvendo conceitos em muitas áreas de conhecimento tanto na área da linguagem, como nas das ciências exata e humana. A atividade favorece o relacionamento entre o grupo, criando oportunidades para conversarem, trocarem experiências e conhecerem mais sobre si mesmas e seus colegas.
E os alunos aprendem muito quando cozinham, desenvolvendo conceitos em muitas áreas de conhecimento tanto na área da linguagem, como nas das ciências exata e humana. A atividade favorece o relacionamento entre o grupo, criando oportunidades para conversarem, trocarem experiências e conhecerem mais sobre si mesmas e seus colegas.
Sendo assim, o projeto visa trabalhar a interdisciplinaridade com o tema receita culinária e depois de trabalhado na teoria, colocar na pratica o que foi aprendido fazendo as receitas para presentear e homenagear suas mães.
Objetivos
O projeto visa motivar os alunos com um tema diferenciado levando em consideração os itens abaixo: - Levar o aluno a pesquisar as receitas de tradição de sua família;
- Explorar os rótulos dos produtos utilizados na receita, observando a data de validade, a importância do código de barras, o nome do produto, a conservação depois de aberto ou mesmo que fechado, o peso, o símbolo de reciclagem;
- Apresentar as medidas de capacidade, que serão importantes na utilização de qualquer receita. Fazer comparações entre diferentes produtos;
- Apresentar pequenos problemas brincando com os preços, fazendo pesquisas em encartes de supermercados, onde é mais barato, mais caro etc...
- Mostrar que uma receita, tem uma forma de escrita para uma melhor visualização, assim como uma história, um texto poético, uma carta. Ela deve ter, geralmente, os ingredientes escritos na vertical ou em legendas e o modo de preparo pode ser como um texto narrativo mesmo.
- Trabalhar a receita no concreto para presentear suas mães com a culinária no dia da culminância;
- Apresentar as medidas de capacidade, que serão importantes na utilização de qualquer receita. Fazer comparações entre diferentes produtos;
- Apresentar pequenos problemas brincando com os preços, fazendo pesquisas em encartes de supermercados, onde é mais barato, mais caro etc...
- Mostrar que uma receita, tem uma forma de escrita para uma melhor visualização, assim como uma história, um texto poético, uma carta. Ela deve ter, geralmente, os ingredientes escritos na vertical ou em legendas e o modo de preparo pode ser como um texto narrativo mesmo.
- Trabalhar a receita no concreto para presentear suas mães com a culinária no dia da culminância;
- Homenagear suas mães com um jogral;
- Apresentar o desenvolvimento do projeto através de slide para as mães no dia da confraternização do dia das mães;
AVALIAÇÃO
Avaliação será contínua, através da observação diária da criança no desempenho de suas atividades, no relacionamento com os colegas e com a professora.
Desenvolvimento do projeto
Os alunos entrevistaram os pais para descobrirem quais as receitas de tradição da família, trouxeram para sala de aula e em grupo de cinco alunos listaram todos os ingredientes e fizeram uma pesquisa de mercado para descobrir o valor real de cada ingrediente. Tendo em mãos os valores, classificaram as receitas em: as mais pratica e mais barata. Depois desse processo o grupo escolheu duas receitas e essas receitas foram transcrita em cartazes para ser trabalhada durante a execução do projeto.
Todas as atividades envolviam as receitas,onde os alunos interpretaram,produziram textos, ilustraram os ingredientes, fizeram mercado de compra e venda dentro da sala de aula, desenvolveram situações problemas dentro do cotidiano deles, seqüência numérica, aprenderam medidas, frações, dúzia, sólido e líquido, origem dos alimentos, data de validade e consumo dos alimentos, noções de higiene corporal e com os alimentos e forma de armazenar os alimentos. Depois de ter trabalhado e ter desenvolvido as habilidades necessária fomos para a pratica, onde cada grupo escolheu uma receita para fazer.
Conclusão
O encerramento das atividades se deu através da culminância, onde as crianças fizeram as receitas na pratica,confeccionaram convites para suas mães, preparou um jogral, livro com as receitas e organizamos um slide com todas as fotos e atividades durante a execução do projeto para presentear as mães.
Anexos
Essas fotos mostram como foram desenvolvidas as atividades e a finalização do projeto.
Nozeli Camim Fernandes
Alunos turma/2008-EE Bernardino
Projeto Jornal
ESCOLA ESTADUAL VINÍCIUS DE MORAES
PROJETO JORNAL EM SALA DE AULA
MARIA GORETTI ANTONELO
VEREDIANA VIEIRA KELLER
Colniza-MT
2010
PROBLEMÁTICA
Vendo a falta de hábito pela leitura e construção de textos sem objetivo, e também a falta de um veículo de comunicação local para divulgar e circular na escola, que envolvesse leituras interessantes e textos diversos produzidos pelos discentes, houve a preocupação e a necessidade de valorizar suas produções. E finalmente mostrar aos alunos os vários gêneros textuais e tipos existentes, trabalhando suas particularidades reforçando o espírito crítico. Decidimos então, juntamente com os alunos a realização do “Projeto Jornal em Sala de Aula” Vinicius de Moraes.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Considerando que o jornal abre um grande leque de assuntos pertinentes na sociedade, aborda temas diversificados ele não deixa de ser interdisciplinar, pois compara opinião de notícias junta as disciplinas num só objetivo. Como resumem Santos e Pinto, ( p.142 ano 2007)
“O jornal escolar, juntamente com outras formas e canais de expressão, pode ser um espaço importante de os alunos tomarem a palavra e darem a conhecer o que acham e significativo ou que precisam; tomarem públicas as suas inquietações, seus desejos, seus sonhos trazerem ao debate os assuntos quentes, desenvolverem as distintas linguagens gráficas etc...”
Tomada a decisão por trabalhar com o jornal veio a possibilidade de expandir e ensinar as características de cada gêneros textual. De acordo com Bernard Sheiwly e Joaquim Dolz
“O trabalho com um gênero é o resultado de uma decisão didática que visa proporcionar ao aluno conhece-lo melhor, aprecia-lo ou compreende-lo pra que ele se torne capaz de produzi-lo na escola ou fora dela”.
Dessa forma estaremos valorizando o conhecimento prévio do aluno conduzindo-o a norma culta , fazendo ele tirar proveito na vida, dentro e fora da escola , estaremos também proporcionando a oportunidade de fazer bom leitores, é o nosso papel enquanto professor . Segundo Irandi Antunes.
“O ensino da gramática na escola precisa ir além, significa estimular a leitura, a escrita e a exploração da oralidade, ampliar ao repertório dos alunos sobre assuntos e temas diferentes, estudar as propriedades das mensagens e explorar os comportamentos lingüísticos, abordando as funções do emissor, o receptor, a situação e a linguagem com seus devidos papeis”.
JUSTIFICATIVA
Tendo em vista a falta de hábito pela leitura, escrita e leitura de diferentes gêneros e tipos textuais dos nossos alunos faz-se necessário à realização desse projeto jornal na escola com o objetivo de despertar o interesse pela leitura e escrita e possibilitando os alunos a ter contato com meios de informatização existente ,reconhecendo seu papel como criadores e avaliadores do seu trabalho.
OBJETIVO GERAL
OBJETIVO GERAL
Possibilitar aos alunos o contato e a leitura de diferentes gêneros textuais produzidos por eles, e a realização do trabalho em equipe, promovendo a leitura ágil e atraente.
BJETIVO ESPECÍFICO
Criar momentos para troca de opiniões.
Proporcionar leitura e produções de diversos tipos e gêneros textuais e literários.
Possibilitar o contato com diversos tipos de jornais de impressão de jornal.
Criar oportunidade de interação da comunidade escolar
Desenvolver trabalho em equipe salientando a importância do trabalho coletivo. Escolar.
Propiciar aos alunos e professores e demais profissionais da escola, o acesso à cultura, informação, estimulando a leitura.
METODOLOGIA
No primeiro momento serão apresentados e debatidos em sala de aula alguns temas polêmicos e de interesse dos alunos noticiar e opinar, fundamentando assim as variedades de gêneros e tipos textuais, surgindo então vários argumentos.
No segundo momento trabalharemos as produções de textos informativos através de entrevista, pesquisas dentro e fora de sala, com aulas dialogadas e expositivas. A partir daí a elaboração do jornal com várias notícias acontecimentos atuais e da comunidade escolar, visando o público alvo que terá conhecimento das informações através do jornal.
PROFESSORAS ENVOLVIDAS NO PROJETO
Verediana Vieira Keller
Maria Goretti Antonelo
CRONOGRAMA DAS AÇÕES
1º EDIÇÃO
- Produção de diversos gêneros com os alunos em sala, leitura correções e seleções do que foi produzido para a publicação.
- Digitação, organização dos conteúdos já selecionados.
- Venda e sorteio dos brindes.
- Abril- 2010.
2ª EDIÇÃO
- Produção de diversos gêneros com os alunos em sala, leitura correções e seleções do que foi produzido para a publicação.
- Digitação, organização dos conteúdos já selecionados.
- Venda e sorteio dos brindes.
- Julho-2010.
3ª EDIÇÃO
- Produção de diversos gêneros com os alunos em sala, leitura correções e seleções do que foi produzido para a publicação.
- Digitação, organização dos conteúdos já selecionados.
- Venda e sorteio dos brindes.
- Dezembro-2010.
CONTEÚDOS:
Gêneros textuais
- Textos dissertativos, narrativos e descritivos:
- Produção e leitura de diferentes gêneros textuais
- Pesquisas e entrevistas
- Atividades de português
- Música
- Publicação de notícias
- Classes gramaticais
- Ortografia
- Produção de texto
- Leitura
- Coerência e coesão concordância verbal e nominal.
- Editorial
RECURSOS
- Lápis
- Borracha
- Lousa e giz
- Variedades de jornais já impressos e livros para pesquisa
- Computador
- Impressora
- Grampeador rifas e brindes
- Dicionários
- Internet
- Máquina fotográfica
AVALIAÇÃO:
A avaliação será contínua durante todo o projeto. Será avaliada a criatividade, participação dos alunos no desenvolvimento das atividades que farão parte do jornal.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
“Para ler e fazer o jornal em sala de aula” Maria Alice Faria , Juvenal Zanchetta Jr Pág.2007 pág.150 a 158
Revista Nova escola, editora abril pagina 40. Dolz Joaquim Shnuwly Bernarde
Irandí Antunes Livro: EAD- Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa pagina 110 e 111 - Obra Organizada pela ULBRA (Universidade Luterana do Brasil )
Apostila , COMO FAZER O JORNAL EM SALA DE AULA , do programa salto para o futuro , exibida no canal Futura
ANEXO
1ª EDIÇÃO 2010
2 ª Edição 2010
Uma bronca inesquecível que faz refletir.
Se você é um “professor”que:Não planeja suas aulas com intusiasmo,falta na escola e nem dá satisfação,chega sempre atrasado,fica olhando no relógio durante a ministração da sua aula,coloca seu alunos para brincar e vai bater um papinho com seu colega,finge que nao vê as coisas acontecendo ao seu redor,fala muito que faz na sala e realmente nao faz nada,alias brinca que ensina e seu aluno finge que aprende,adora criticar o trabalho de quem faz,esqueceu que estamos no século XXI e a educação mudou ou seja,as metodologia do passado já se foi,agora exige-se educação transformadora,renovadora e você insiste no método Be a Ba.Leia com atenção a mensagem e faça a sua reflexão.
os alunos estavão agitados depois de um feriadão.Um velho professor ( Peixoto) entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula, mas você acha que a turma correspondeu? Que nada. Continuaram no papo como se o professor não estivesse lá, afinal a conversa sobre as aventuras do feriado parecia muito mais interessante que qualquer assunto da Matéria, ( pelo menos era impressão do momento!).
Com um certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou, ignoram a solicitação e continuaram firmes na conversa. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e deu a maior bronca. Veja que ele disse.
Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez, disse, levantando a voz. Um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou.
Desde que comecei a lecionar , isso já faz muito anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.
O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção, notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de taxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.
É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo sabendo Ter investido nos melhores.
Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje.
Nem precisa dizer o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso. Aliás, a bronca tocou fundo na turma, pois a turma teve um comportamento exemplar em todas as aulas; afinal quem gostaria de espontaneamente ser classificado como fazendo parte do resto?
os alunos estavão agitados depois de um feriadão.Um velho professor ( Peixoto) entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula, mas você acha que a turma correspondeu? Que nada. Continuaram no papo como se o professor não estivesse lá, afinal a conversa sobre as aventuras do feriado parecia muito mais interessante que qualquer assunto da Matéria, ( pelo menos era impressão do momento!).
Com um certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou, ignoram a solicitação e continuaram firmes na conversa. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e deu a maior bronca. Veja que ele disse.
Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez, disse, levantando a voz. Um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou.
Desde que comecei a lecionar , isso já faz muito anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.
O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção, notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de taxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.
É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo sabendo Ter investido nos melhores.
Mas, infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje.
Nem precisa dizer o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso. Aliás, a bronca tocou fundo na turma, pois a turma teve um comportamento exemplar em todas as aulas; afinal quem gostaria de espontaneamente ser classificado como fazendo parte do resto?
Esse professor com certeza faz parte dos 5%, ele fez a diferença naquela turma. E você meu caro colega. A que grupo pertence?
De fato, percebemos que ele tinha razão e, desde então, tenho feito de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não há como saber se estamos indo bem ou não; só o tempo dirá a que grupo pertencemos. Contudo, uma coisa é certa: se não tentarmos ser especiais em tudo que fazemos, seguramente sobraremos na turma do 95% e dessa tô fora.....
Beijinhos.Só para nao esquecer vai o ditado que meu amado pai sempre diz: Quanto mais vazia a carroça,maior o barulho que ela faz...?
....kkkkkkkkk
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